Tela do artista plástico moçambicano Antero Machado.

Tela do artista plástico moçambicano Antero Machado.

Mostrando postagens com marcador COISAS DE MINAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador COISAS DE MINAS. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Minha paixão Atleticana !!!!!!!



Muitas vezes tentei explicar a torcedores de outros times o que é ser atleticano. Dificil tarefa. Alguns torcem pelos titulos que seu time conquista, outros pelos craques que tem, outros ainda por pertencerem a uma colonia de imigrantes, enfim, todos tem um motivo especial. O torcedor do Galo não! Ele nasce atleticano! E não perguntem porque. Nosso time conquista vitorias memorosas, mas tambem sofre derrotas escrachantes! Tem e já teve craques de seleção, mas um de seus maiores idolos foi um tremendo perna de pau. Quem não se lembra do inesquecivel Dadá Maravilha, o Apolo IX, o Peito de Aço, o homem das frases de efeito: " Não me venham com a problemática que eu tenho a solucionática!"
Um time que conseguiu ser vice campeão brasileiro com dez pontos a frente do campeão. E invicto!!!!!!! Só mesmo o Galo!
Para tentar explicar essa paixão, seguem alguns textos. Vale a pena ler!

A Massa

Torcidas, as haverá mais numerosas (Flamengo) ou mais conhecidas por sua grandeza (Corinthians), mas nenhum séquito futebolístico brasileiro se compara ao do Clube Atlético Mineiro em mística apaixonada, em anedótario heróico, em poesia acumulada ao longo dos anos. "A Massa", como é simplesmente conhecida em Minas Gerais, compartilha com a torcida corinthiana ("A Fiel") a honra de deixar-se conhecer com um substantivo ou adjetivo comum transformado em nome próprio, inconfundível. A Fiel, A Massa: poucas outras torcidas terão realizado tal operação de mutação de um nome comum em nome próprio. Muito distintas são, no entanto, as torcidas dos alvinegros paulistano e belo-horizontino.
............................
A Fiel é fiel, e sempre o foi, mas sua fidelidade se nutre de um descompasso entre a alma do torcedor e a alma do time. No caso do atleticano, a alma do time não é senão a alma da torcida. Toda a mística da camisa, das vitórias sobre times tecnicamente superiores (e também das derrotas trágicas e traumáticas), emana da épica, das legendárias histórias que nutre sua apaixonada torcida: nem o Urubu, nem o Porco, nem o Peixe, nem a Raposa, nem o Leão, nem nenhum animal mascote se confunde com o nome do time, com sua identidade, com sua alma mesma, como o Galo com o Atlético Mineiro. E Galo é o nome da torcida (GA-LO), bissílabo cantável e entoável como grito de guerra que ela eternizou ao encarnar em si o espírito do animal. Nenhum outro time é conhecido por tantas vitórias improváveis só conquistadas porque a massa empurrou. "Quem possui uma torcida como esta, é praticamente impossível de ser derrotado em casa" (Telê Santana).
.........................
"Se houver uma camisa alvi-negra pendurada no varal num dia de tempestade, o atleticano torce contra o vento." O achado do cronista Roberto Drummond resume a mitologia do Galo: contra fenômenos naturais, contra todas as possibilidades, contra forças maiores, a torcida atleticana passa por radical metamorfose e se supera. Superou-se tantas vezes que já não duvida de nada, e cada superação reforça ainda mais a mística, como uma bola de neve da paixão futebolística. Nenhum atleticano hesitaria em apostar na capacidade da Massa de transformar o impossível em possível a qualquer momento, de fazer parar aquela tempestade que açoita o pavilhão alvi-negro deixado solitário no varal.
.............................
Ao contrário das torcidas conhecidas por sua origem étnica (Palmeiras, Cruzeiro, Vasco), por sua origem social (Flamengo, Fluminense, Grêmio, São Paulo), ou por seu crescimento a partir de uma grande fase do time (Santos, Cruzeiro), qualquer menção da torcida do Atlético Mineiro evoca, invariavelmente, a substância mesma que constitui o torcer. O amor ao time na vitória e na derrota, o apoio incondicional, a garra, a crença de que sempre é possível virar um resultado, o hino entoado unissonamente: a legião fanática que ama o Galo acima de tudo sabe que ser atleticano é unir-se num estado de espírito, compartilhar uma memória, e fazer da esperança uma permanente iminência.
.................

O texto acima é de autoria de: Idelber Avel

Minha Religião

.......“Como Atleticano Ortodoxo que sou, eu tenho esta crença. Uma crença que nasceu há exatos 100 anos. Mas além da religião Atleticana, existem outras variáveis de ser atleticano. O atleticanista, que seria a vertente política do atleticano. Qual a importância da má distribuição de renda ou ditadura cubana perto de uma derrota do Atlético? Já o atleticômano é um viciado no Galo. Sua felicidade depende da droga do Atlético, com o perdão do trocadilho. Quanto mais ele experimenta, mais quer. Uma abstinência de vitórias tem o mesmo efeito de uma seca de cocaína. Tem também o atletiqueiro, que vem de original do Atlético, aquele que nasce com um único orgão vital, o Galo, responsável por irrigar com sangue os músculos aguerridos. O único órgão preto e branco do corpo humano. E que pode ter um ataque em uma derrota injusta do Atlético. Pensando bem, todas as derrotas do Galo são injustas. Enfim, existem todos os tipos de atleticanos imagináveis, embora a maioria seja inimaginável. Mas uma coisa que nunca existiu é o atleticano não-praticante. Aquele que não pensa Nele todos os dias. Que não canta por Ele, não sofre por Ele. Que não O tem onipresente. Talvez eu esteja sendo excessivamente parcial. Ora, mas não é o amor um cego?” ( Manuel Rolim )

O Galo na visão de um não-atleticano
Por Joelmir Beting

"O melhor lance do Atlético não foi num jogo.
Foi fora dele. Foi numa derrota.
Minto, num empate de um time invicto, o supervice-campeão do BR-77.
Não foi o melhor jogo ou jogada.
Mas não teve nada mais atleticano que aquilo: depois da derrota nos pênaltis para o São Paulo, Mineirão e Brasileirão estupefatos pela queda sem derrota de um senhor time de bola, os jogadores baqueados e barreados pela chuva e pela lama se abraçaram no gramado e assim foram ao vestiário.
Foi a primeira vez que vi a cena reverente que virou referência.
Ninguém estava fazendo marketing (nem existia a tal palavra).
Nenhum jogador estava jogando pra galera.
Era fato.
Time e torcida estavam juntos naquele abraço doído e doido.
Como tantas vezes o atleticano esteve junto com o time. Qualquer time.
Nada é mais atleticano que aquilo: um time que se comportou como o torcedor.
Solidário na dor, irmão no gol.
O atleticano é assim: tem a coragem do galo, mas não a crista.
Luta e vibra com raça e amor. Mas não se acha o dono do terreiro.
Sabe que precisa brigar contra quase tudo e contra quase todos. Até contra o vento, na célebre imagem de Roberto Drummond.
Aquela que fala da camisa preta e branca pendurada num varal durante uma tempestade. Para o escritor atleticano, ou, melhor, para o atleticano escritor, o torcedor do Atlético sopraria e torceria contra o vento durante a tormenta.
Não é metáfora. É meta de quem muitas vezes fica de fora da festa. Não porque quer. Mas porque não querem.
Posso falar como jornalista há 17 anos e torcedor não-atleticano há 41: não há grande equipe no país mais prejudicada pela arbitragem.
Os exemplos são tantos e estão guardados nos olhos e no fígado.
Não por acaso, o atleticano acaba perdendo alguns jogos e títulos ganhos porque acumulou nas veias as picadas do apito armado.
Algumas vezes, é fato, faltou time. Ou só sobrou raça. Mas não faltou aquilo que sobra no Mineirão, no Independência, onde o Galo for jogar: torcida.
Pode não ser a maior, pode não ser a melhor, pode até se perder e fazer perder por tamanha paixão, cobrando gols do camisa 9 como se todos fossem Reinaldo, pedindo técnica e armação no meio-campo como se todos fossem Cerezo, exigindo segurança e elegância da zaga como se todos fossem Luisinho.
Mas não se pode cobrar ninguém por amar incondicionalmente.
O atleticano não exige bola de todo o time. Não cobra inspiração de cada jogador. Quer apenas ver um atleticano transpirando em cada camisa, em cada posição, em cada jogada.
Por isso pede para que o time lute.
É o mínimo para quem dá o máximo na arquibancada.
A maior vitória atleticana é essa. Mais que o primeiro Brasileirão, em 1971, mais que o vice mais campeão da história do Brasil, em 1977.
Os tantos títulos e troféus contam. Mas tamanha paixão, essa não se mede.
Essa é desmedida. Essa é a essência atleticana.
Essa é centenária.
Essa é eterna." 



sexta-feira, 7 de setembro de 2012

10 anos do Livro de Graça na Praça



Edição de 2012
10 anos do Livro de Graça na Praça
Domingo, 9 de setembro, de 9h às 13h na Praça da Liberdade
Belo Horizonte


Esse evento será uma comemoração aos dez anos do Projeto "Livro de Graça na Praça", iniciativa sem fins lucrativos, voltada para o estimulo à leitura, e que hoje faz parte do Calendário Oficial da Prefeitura de Belo Horizonte. Nessa edição, serão distribuidos 30.000 livros novos editados especialmente para o evento, totalizando assim mais de 200.000 livros novos distribuidos ao longo das 10 edições. 
Nesse domingo serão distribuidos:

Cordel conta história do Livro de Graça na Praça


De autoria da cordelista Josenir Lacerda, da Academia dos Cordelistas do Crato (CE) e da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, a obra "Livro de Graça na Praça - 10 anos de História" será distribuída no próximo dia 9 de setembro durante o evento. O cordel foi impresso pela Tupynanquim Editora e a capa é de autoria do também cordelista Antônio Klévisson Viana.

Livro para o público adulto



Escritores:
Affonso Romano de Sant´Anna, André Telucazu Kondo, Antônio de Faria Lopes, Arthur Vianna, Beatriz de Almeida Magalhães, Carlos Henrique Gomes de Campos, Cícero Christófaro, Cida Chaves, Dagmar Braga, Elza de Moura, Emerson Monteiro, Everaldo Chrispim, Fabiano Salim, Fábio Lucas, Fernando Brant, Fernando Fabbrini, Frei Betto, Hélton Gonçalves de Souza, J. Flávio Vieira, José Bento Teixeira de Salles, José Mauro da Costa, Jussara Queiroz, Olavo Romano e Petrônio de Souza Gonçalves.
Dentre esses estão os tres ganhadores do 5º Concurso Nacional de Contos Livro de Graça na Praça. São eles:
Carlos Henrique Gomes de Campos, com o conto "Elvis"
André Telucazu Kondo, com o conto "BH?"
Fabiano A. Salim, com "Pai, um conto sem ponto"


Livro para o público infantil


Organizado pelo Ronaldo Simões Coelho e editado pela Imprensa Oficial de Minas Gerais 
Autores: Alexandre Guimarães, Angela-Lago, Beto Vianna, Cristina Agostinho, Elisa Fonseca e Silva, Irlanda Silva Gino, João Camilo de Oliveira Torres, Jorge Fernando dos Santos, Leida Lusmar, Ronaldo Simões Coelho, Rosana Mont´Alverne e Yêda Galvão.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

MINAS DE MINAS !!!


"Gostaria muito de poder encontrar palavras para poder dizer do orgulho que sinto de ser mineiro. Meus pais não poderiam me dar um presente melhor. Se existir uma outra vida, quero nascer mineiro de novo. Mas tem uma coisa melhor que eu gosto mais do que ser mineiro: é namorar as mineiras.
Mineira não usa perfume, ela cheira gostoso demais.
O jeito irresistível que a mineira tem para conversar no portão, sem encarar nos olhos e mexendo com os botões da nossa camisa é que nos conquista. Essa sabedoria não se aprende em nenhuma universidade.
Joaquim da Mata, o Velho Quincas, filósofo dos cafundós de Minas, quando compara o jeito de ser de uma mineira com o de outra mulher, afirma que a "deferença" está no preparo. O "caldinho" que envolve a mineira e dá a ela este jeitinho tão gostoso foi preparado em panela de ferro num fogão à lenha.
Mineira não mente, conta lorota. Não menstrua, fica úmida. Não paquera, espia. Não fica bonita, já nasce formosa. Mineira não curte um som, ouve música. Não fala, proseia. Mineira não come estrogonofe, mas adora um picadinho de carne. Não faz crediário, compra fiado. Mineira não transa, faz amor. Não fica pelada, mostra as "vergonhas". Não erra, comete engano. Mineira não chupa cana, toma garapa na beira do engenho. Não liga pra ninguém, mas telefona pra todo mundo. Mineira não trai marido, escorrega na rua.
Mineira ama diferente. Flerta de longe, promete com o olhar e cumpre tudo o que não precisou esclarecer com palavras. Ela sabe que amor não é para discursar, é pra fazer. Ama com os olhos, com as mãos, com o sorriso, com os gestos. Mineira ama com o corpo inteiro e com toda a sofreguidão da alma.
Conheci muitos tipos de brasileiras. Faceiras, trigueiras, formosas, irresistíveis, loiras, morenas, mulatas, cafuzas, todas bonitas, mas só as mineiras têm essa brejeirice, essa paciência de construir sem pressa uma teia de aconchegos e mimos e lembranças e sorrisos, que nós das Gerais tanto apreciamos.
Existem coisas que já nascem com a mulher e muitas destas coisas estão diretamente ligadas ao lugar. Mineira faz doce como ninguém neste país. Quem já provou doce de cidra ou de leite feito por mineira, sabe o que é bom. Goiabada e marmelada, nem se fala. Queijo então é até pecado comparar.
Mineira estuda menos e ensina mais porque o que há de melhor ela já nasceu sabendo. Isso se deve à simplicidade das mineiras que se embelezam com bijuterias e ofuscam o brilho de jóias raras. Mineira se veste de chita e fica bonita, porque mineira não segue moda, ela faz a moda. Mineira não usa tênis, enfeita as alpercatas. Mineira vai à igreja, assiste missa, comunga, mas por via das dúvidas toma um passe de candomblé e joga rosas vermelhas pra Iemanjá. Assim descobre caminhos que levam à Deus. Também faz política, porque sempre sabe distinguir o certo do errado. Escondida por trás da simplicidade de toda mineira está uma guerreira pronta pra botar as unhas de fora se bolirem com ela.
Dizem mesmo nas Gerais que é a mulher quem ensina o homem a ficar rico.  Fato!
Mineira não é feminista: é feminina. Pra que lutar contra os homens, se todo o poder está mesmo em suas mãos? E elas sabem fazer um bom uso dele!
Qualquer mulher, quando casa com homem rico, vira madame.
A mineira vira esposa!"

O autor é desconhecido, mas com certeza um minerim dos bão!
E as mulheres de outros estados que me perdoem, cada uma tem seu charme, mas as mineirinhas tem um cantinho especial no meu querer.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Ronaldinho Galucho: Eu aposto nêle!



Muitos criticam a vinda do Ronaldinho Gaucho para o Galo.
Eu sou completamente a favor. Mesmo que ele jogue aqui 1/3 de seu futebol, ela já será melhor do que 90% dos camisas 10 do brasileirão. E não é só isso. Foi uma tremenda jogada de marketing do presidente Kalil. A partir das 16h desta segunda feira, os portões do Centro de Treinamentos foram abertos para a imprensa e a sala de entrevistas contou com a presença de mais de quase uma centena de jornalistas. Helicópteros das principais redes de jornalismo sobrevoaram o CT na hora do treinamento em busca de imagens. Deu fila de carros de jornalistas na entrada da Cidade do Galo. De acordo com Emmerson Maurílio, coordenador da TV Galo, agências internacionais solicitaram imagens da apresentação oficial de Ronaldinho para serem veiculadas em mais de 400 veículos de imprensa do exterior. O Galo virou manchete em todos os países do mundo que lidam com o futebol. Isso é inegável! Quanto vale uma ação de marketing dessas?
Quanto ao futebol, o Galo tem tradição de recuperar jogadores “rebeldes”. Isso vem desde o Valdir “bigode”, o Guilherme, Diego Tardelli, Obina e tantos outros. Todos viraram ídolos por aqui! O Ronaldinho esta fininho, e certamente vai estrear esta semana contra o Bahia e eu aposto que o Independência, hoje o “Poleiro do Galo”, vai estar lotado! O Ronaldinho “meia boca” é pior que Danilinho, Escudeiro ou Mancini, os atuais camisas 10 do Glorioso??
O treino de hoje foi acompanhado por todos os garotos das divisões de base, que interromperam o treino para acompanhar o ídolo de perto.
Beagá não é o Rio, onde a permissividade impera. Ele foi recebido esta manha, assinou o contrato e foi treinar a tarde. Sem oba oba, sem “apresentação bombástica”! Aqui ele será respeitado mas também terá que se dar respeito. Aqui não tem festas com contraventores, traficantes e moçoilas alegres, que saem nas colunas sociais dos jornais. Aqui estes indivíduos saem na pagina policial. Só aí já dá para ver que aqui ele terá que maneirar! Pagodes e festinhas, claro que irão ocorrer, como já ocorrem com outros atletas de todos os clubes daqui. Mas ele terá que treinar e jogar! Se correr e honrar o “Manto Sagrado” a torcida o endeusará.
Acho um crime o que a imprensa vendida deste país esta fazendo com ele. Fazer enquete de aceitação pelas torcidas, crucificar pelas balada e se esquecerem de criticar o clube que o contratou e deixou de honrar o mesmo contrato. Critiquem o Flamengo que não paga em dia seus Atletas. Clube que criou um tremendo auê na sua contratação e depois para justificar o “cano” começou a desacreditá-lo e a desvalorizá-lo dizendo que ele faltava aos treinos ou ia treinar de ressaca. Quem permitia isso era o comando do Clube. Aqui ele não terá essa colher de chá! Ele terá de respeitar o grupo de profissionais que vestirão a camisa do Glorioso e o ajudarão a brilhar. É uma via de mão dupla. Se ele agir aqui como agia lá no Rio, certamente terá o mesmo destino do Jobson. A chance foi dada, que ele a segure. Agora, jornalista falar que o “veterano atleta foi para um time médio da 1º Divisão” também já é demais! Que credibilidade tem um jornalista desses num pais onde atletas de 32 anos pululam em todos os clubes? Ou Zé Roberto, Tinga, Luiz Fabiano, Juninho Pernambucano, Deco e tantos outros, são meninos recém saídos das divisões de base?
Quando o Fenomeno foi contratado pelo Corinthians, ele deu o retorno esperado, mesmo estando em forma de barril. Porque o Gaucho não dará certo aqui?
Que seja bem vindo Ronaldinho Gaucho!
Juntamente com Marcos Rocha, Rafael Marques, Rever, Junior Cesar, Pierre, Richarlyson, Serginho, Leandro Donizete, André, Jô, Felipe Souto, Guilherme, Escudero, Bernard, Leonardo Silva Juninho, Mancini, Neto Berola e outros mais, certamente o Galo tem plantel para brigar por este brasileiro. Falta somente a contratação de um bom goleiro, experiente.
O Presidente Kalil já disse que a renovação do contrato do Ronaldinho no fim do ano será difícil, pois ele fará um estrondoso sucesso por aqui, mas que ele com certeza encerrará sua carreira no Galo. Dando certo ou não!
Que se danem todos, o Ronaldinho é do Galo! Virou Galucho!
Sem essa de R10, aqui você jogará com a 49.
E reparem: 4 + 9 =  13.  Treze é Galo...  na cabeça!


terça-feira, 29 de maio de 2012

MINERÊS


Uma coisa que eu acho deliciosa nesse nosso Brasilzão é a linguagem regional com todas as suas características próprias, sotaques e neologismos.
Essa enorme diversidade cultural, talvez possa ser explicada pela diferente colonização de cada região, o que deixou profundos traços e características peculiares.  A grosso modo podemos destacar:  O nordestino tem uma forma bastante singular de se comunicar, ele utiliza várias expressões típicas como “painho”,“oxente”, “mainha”, denotando aí, traços herdados da época da escravidão. No Centro Oeste, também existem expressões bastante interessantes e um sotaque curioso, já que eles prolongam bem o som do “R” lembrando um pouco o sotaque do interior paulista.  O povo do Norte tem um sotaque parecido com o carioca, mas existe uma sutil diferença na entonação usada nas frases, já que os sons das letras “r” e “s” lembram bem quem mora no Rio embora se utilizem de poucas gírias. Na região Sudeste concentra a maior variedade. O mineiro tem seu texto “cantado”e manso. O carioca seu sotaque característico e expressões que são a sua cara (“mermão”, “qualé”, “é mermo?”).  No Estado de São Paulo fica claro quem é do interior e quem é da capital, graças ao glorioso fonema da letra “r”. No Sul o gaucho tem o seu sotaque com uma entonação espanhola e varias palavras dele derivadas, alem da influencia indígena.
Eu, quando menino, adorava imaginar uma conversa entre um nordestino, caboclo lá do sertãozão, conversando com um gaucho, daqueles gaudérios da fronteira. 
Será que dava prosa?

Vim aqui hoje com esse papo, sugestionado por um e-mail que recebi.
Era um e-mail que só os bons entendedores do puro mineirês conseguem entender. 
Tem que ter PHD para entender o que os minerim estão falando.
Olha só pra vocês verem:

Dois mineiros conversando ao celular :

-Neksetá?  
-Tokiconcê
-Nôndikikoncê?
-Trazdocêssô
-Faverdadsô. Oncocetá?
-Eu tôonkocetá
-Maonkotô?
-Onkocetássô ??? Cetáonkotô!
-Numtotivenusô!
-To-inaí!
-iondékinoisvai?
-Cevaoncovô!
-Issossêissô. Maoncocevai?
-Voconcê!
-Covoconcêissossei! Maoncovoconcê?
-Seindanumsá? Ticontássô!
-Xôtifalá. Sicevaionconumgodií-cevaissó,sô! (essa é ótima!!!)
-Nenchusákussô! Sótotifalano-ótotifalanu!
-Vemkikocêvaivêkekébompatóss!
-Tobrincânussô.
-Godissunão!
-Tocheganaí...
-Totisperanu!

Ôcetendeu tudim???
Vai aqui a tradução procê entender:

-Onde que você está?
-Estou aqui com você.
-Onde aqui com você?
-Atrás de você, sô
-Fala verdade, sô. Onde que você está?
-Eu estou aonde você esta.
-Mas onde que eu estou?
-Onde você está, sô? Você esta aonde eu estou
-Não estou te vendo, sô
-Estou indo aí....
-E onde é que nos vamos?
-Você vai aonde eu vou.
-Isso eu sei, sô. Mas aonde você vai?
-Vou com você.
-Que eu vou com você isso eu sei. Mas aonde eu vou com você?
-Você ainda não sabe? Vou te contar, sô!
-Deixa eu te falar. Se você vai aonde eu não gosto de ir - você vai só, sô!
-Não enche o saco, sô!Só estou te falando – olha, estou te falando!
-Vem aqui que você vai ver o que é bom pra tosse!
-Estou brincando, sô.
-Não gosto disso não!
-Estou chegando aí....
-Estou te esperando!

Facim, né mesmo?

Imagem da net

domingo, 15 de abril de 2012

13º Comida di Buteco !!!!!


Começou na sexta feira 13 o Comida di Buteco de 2012 em Belo Horizonte. Coincidentemente a 13º versão do evento. . O concurso se estende até 13 de maio. A expectativa dos organizadores é de que 800 mil pessoas passem pelos botecos participantes. Neste ano serão 41 bares participantes e cada um com uma comida mais elaborada e criativa onde um ingrediente é obrigatório a todos: O delicioso queijo mineiro!
A cada ano este evento se supera. Para os freqüentadores dos botecos de Beagá este evento veio a calhar. Com ele foi melhorado (e muito) o atendimento, o profissionalismo, a limpeza do salão e da cozinha e, pasmem mulherada, os banheiros estão limpíssimos. Não é atoa que Beagá é conhecida como a Capital dos Botecos. Há um em cada esquina, confirmando o dito dos belorizontinos: - Se não tem mar, vamos pro bar, uai!
É um excelente programa para os próximos dias.
Ontem fui experimentar a sugestão do Bar do Antonio, que fica a um quarteirão da minha casa. Aprovadissima a “Costelinha embriagada”, o prato participante do concurso. É um prato feito com costela de porco assada ao molho de cachaça com rapadura, acompanha de queijo paxá, naturalmente feito com o queijo de Minas.
Pra quem é "vegetariano" como eu, dá só uma olhadinha no petisco:

 É de dar agua na boca, né?

Vai ser uma prazerosa maratona tentar experimentar todos os pratos do concurso, mas que vou tentar, isso eu vou!
No dia 19 de maio acontecerá a já tradicional Festa da Saideira, no Largo da Saideira (Av. Cristiano Machado, 3450, Bairro União), do jeitim que a minerada gosta, ocasião em que ocorrem shows do Nando Reis, Monobloco e Aline Calixto, e em que o grande vencedor será anunciado. 

Veja abaixo a lista com os bares, botecos  participantes! 
Estreantes:
Ali Ba Bar
Prato concorrente: Lagarto na Moita
Bar da Claudinha
Prato concorrente: Divina Tentação
Butecão do Leão
Prato concorrente: Surpresinha Mineira
Café Bahia
Prato concorrente: BBB Bahia
Casa Velha
Prato concorrente: Nas tranças da Imaginação
Recanto da Macaca
Prato concorrente: Cada Macaco no seu Galho
Zoo Bar
Prato concorrente: Ser Tão Mineiro

Retornaram:
Bar do Doca
Prato concorrente: Trouxinha do Doca
Chef Túlio
Prato concorrente: Pachá do Cerrado Mineiro
Mulão
Prato concorrente: Muleira

Participaram da edição 2011:
222
Prato concorrente: Foi no Jiló, agora é na Bruschetta!
Adega & Churrasco
Prato concorrente: Carne ao Pupurri de Minas
Agosto Butiquim
Prato concorrente: Julieta fez em trouxas Romeu embrulhadinho
Autentico's Bar
Prato concorrente: Caipira da Gema
Bar da Cida
Prato concorrente: Medalhão Mineiro - 100 anos
Bar da Lora
Prato concorrente: Coisas da Lora
Bar do Antônio (Pé-de-Cana)
Prato concorrente: Costelinha Embriagada
Bar do Ferreira
Prato concorrente: Mineirinho Atolado
Bar do João (São João Batista)
Prato concorrente: Trem Bão
Bar do Rei
Prato concorrente: Trio Mineiro
Bar do Véio
Prato concorrente: Espetando Bolinha no bar do Véio
Bar do Zezé
Prato concorrente: Ouro das Gerais
Bar Temático
Prato concorrente: Tô Vêno Tudo
Barbazul
Prato concorrente: Queijinho Linguarudo
Barção Moreira
Prato concorrente: R&J e seus convidados
Bartiquim
Prato concorrente: Tô Vêno Nada
Butiquim DuFilho
Prato concorrente: Bão de Queijo
Café Palhares
Prato concorrente: CEQCE
Cantina da Ana
Prato concorrente: Minerim e Chiquerézima
Carlão Rei do Churrasco
Prato concorrente: Come Quieto
Chamego's Bar
Prato concorrente: Uai Pode! Uai Pede!
Curin Bar
Prato concorrente: Comer e Pescoçar é só Começar
Escritório da Cerveja
Prato concorrente: Galeto de Minas
Estabelecimento Bar
Prato concorrente: Costelinha de Porco Espinho e Petit Queijô
Família Paulista
Prato concorrente: Entre tapas e queijos
Geraldim da Cida
Prato concorrente: Boi na Porteira de Minas
Kobes
Prato concorrente: Mineiríssimo
Patorroco
Prato concorrente: Sheik de Minas
Pé de Goiaba
Prato concorrente: Romeu e Julieta
Peixe Frito
Prato concorrente: Tentação de Minas
Pimenta com Cachaça
Prato concorrente: Di Cumê Rezano

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...