Como sempre quando começa um jogo da seleção de Dunga, vejo o jogo com um olhar critico preso nos detalhes. No primeiro tempo, o Brasil calou a minha boca. Queimou minha língua! Jogo tenso, contra uma grande seleção. Inicio nervoso, com os dois times bastante concentrados, atentos e se marcando mutuamente visando conter a característica dos jogadores adversários. Michel Bastos bem na marcação de Robben, sempre preso è ponta direita, numa faixa especifica do campo, sempre no mesmo lugar. Não teve uma chance de utilizar o seu mortal pé esquerdo.
Previsível o jogo da Holanda? Sim, mas com grande disciplina tática, não saindo de seu esquema nem mesmo após o gol de Robinho. Gol esse de Seleção Brasileira! Felipe Melo, encarnando Gerson, em um grande lançamento da intermediaria, serve Robinho, que de primeira toca indefensavelmente para o gol. Golaço. Aço, aço! O Ataque brasileiro em tabelas de primeira envolvia toda a defesa da Holanda. Do jeitinho que eu gosto! Embora nervosa, a Holanda se manteve no jogo sustentando a vantagem mínima do Brasil por um gol. A defesa brasileira esteve impecável não dando chances ao perigoso ataque holandês.
Achei o time brasileiro mais nervoso, mesmo com a vitoria, querendo apitar mais que o juiz e reclamando muito da arbitragem. Não gosto disso, o jogo é jogado!
O time do Dunga, volta ao segundo tempo exalando soberba, toques de calcanhar e o ar de “já ganhou”! A seleção holandesa voltou mantendo o mesmo esquema e a mesma seriedade. “Achou " um gol em um cruzamento de Sneijder, onde Felipe Melo fez um golaço de cabeça, contra é claro, numa falha gritante de Julio Cesar.
O que se espera nesse momento? Uma seleção de categoria, de atletas profissionais, de indivíduos equilibrados e uma liderança competente, teria de manter a cabeça no lugar, após um revés ocorrido de uma falha coletiva e partir para a recuperação através de seu futebol, impondo seu jogo. O que vimos foi o “tecnico” completamente transtornado e transmitindo a sua insegurança aos seus comandados.
Em sequencia, Michel Bastos, que vinha muito bem, recebe um cartão amarelo, sendo necessária sua substituição por sua previsível expulsão em seguida, pois ao holandeses tem o forte do seu jogo, justamente pelo lado esquerdo, local guarnecido por ele. Entra Gilberto, e com sua entrada mostra porque não deveria ser convocado. Literalmente nem entrou em campo. A Holanda continua explorando o mesmo lado e numa jogada de Robben, onde Gilberto nem aparece na tela da TV, ocorre um escanteio. Batido no primeiro pau, cabeçada pra trás e lá esta Sneijder, sozinho, que cabeceia marcando o segundo gol. Quem o marcava? Felipe Melo!
O time de Dunga, que já estava nervoso, perde a cabeça e Felipe Melo, numa atitude típica de Felipe Melo, pisa em Robben e é corretamente expulso pelo arbitro. Deveria ter saído de camburão do estádio. Atitude criminosa, mostrando claramente o desequilibrado emocional que é. Isso, não é atleta de Seleção Brasileira! Isso é cria do Dunga!
Sem Felipe Melo e com Gilberto, o time do “capitão” passa a jogar com nove é é completamente dominado pela Holanda, não demonstrando nenhum poder de reação! Acabou esquema, controle emocional e os jogadores não conseguiam agir nem em jogadas individuais. Time completamente batido.
Nessa altura do jogo, precisando da reação, o “comandante” tira Luis Fabiano e coloca Nilmar em seu lugar. Tira um jogador que poderia em um lance individual empatar o jogo. A Holanda administrava o jogo, com calma, fria, e até teve pelo menos mais 3 chances claras de marcar e terminar o jogo com uma sonora tamancada.
O time do “professor” terminou o jogo apático, perdido, medíocre, um reflexo de seu treinador, que deu entrevista após o jogo, demonstrando estar completamente derrotado. Derrotado sim, mas sem abandonar a soberba, falando ainda com muita ironia e dizendo que fez tudo certo. Isso certamente aumentara a amargura e o antagonismo de Dunga às criticas que surgirão!
Se tinha recalque da Seleção de 82, sob o comando de Telê Santana, agora esse recalque aumentara, pois o seu time perdeu jogando feio, futebol de resultados mas sem resultado meritório algum. O seu time saiu derrotado da mesma forma que o de 2006, aquele que provocou a sua entrada em busca de mudanças. Mudou sim, para pior. Time mal selecionado, esquema retranqueiro, jogo de contra ataque, jogadores violentos, jogadores sem condição técnica, física e emocional de disputarem uma copa do mundo. Grupo sem reserva à altura de titulares que talvez nem fossem reservas de uma Seleção Brasileira!
Esse foi o “trabalho” de Dunga! A sua filosofia foi por terra, com a apresentação medíocre de seus comandados. E este grupo será castigado, poucos se salvarão. Foi a derrota da mediocridade, do ganhar a qualquer custo, do futebol pragmático sem encanto. Dunga está condenado a ser um novo Lazzaroni numa nova “era Dunga!”
Ser reconhecido para a posteridade como um time que joga com beleza, encanto, magia, isto não se empoe, se conquista!
Agora posso novamente soltar meu grito, minha língua solta, que esse time não conseguiu calar: - FORA DUNGA!!!!!!!
Ah, um recadinho pra Larissa. Vamo que vamo juntinho torcer pro Paraguai! Ja vou reservar minha passagem pra Assunção, até lá.
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Previsível o jogo da Holanda? Sim, mas com grande disciplina tática, não saindo de seu esquema nem mesmo após o gol de Robinho. Gol esse de Seleção Brasileira! Felipe Melo, encarnando Gerson, em um grande lançamento da intermediaria, serve Robinho, que de primeira toca indefensavelmente para o gol. Golaço. Aço, aço! O Ataque brasileiro em tabelas de primeira envolvia toda a defesa da Holanda. Do jeitinho que eu gosto! Embora nervosa, a Holanda se manteve no jogo sustentando a vantagem mínima do Brasil por um gol. A defesa brasileira esteve impecável não dando chances ao perigoso ataque holandês.
Achei o time brasileiro mais nervoso, mesmo com a vitoria, querendo apitar mais que o juiz e reclamando muito da arbitragem. Não gosto disso, o jogo é jogado!
O time do Dunga, volta ao segundo tempo exalando soberba, toques de calcanhar e o ar de “já ganhou”! A seleção holandesa voltou mantendo o mesmo esquema e a mesma seriedade. “Achou " um gol em um cruzamento de Sneijder, onde Felipe Melo fez um golaço de cabeça, contra é claro, numa falha gritante de Julio Cesar.
O que se espera nesse momento? Uma seleção de categoria, de atletas profissionais, de indivíduos equilibrados e uma liderança competente, teria de manter a cabeça no lugar, após um revés ocorrido de uma falha coletiva e partir para a recuperação através de seu futebol, impondo seu jogo. O que vimos foi o “tecnico” completamente transtornado e transmitindo a sua insegurança aos seus comandados.
Em sequencia, Michel Bastos, que vinha muito bem, recebe um cartão amarelo, sendo necessária sua substituição por sua previsível expulsão em seguida, pois ao holandeses tem o forte do seu jogo, justamente pelo lado esquerdo, local guarnecido por ele. Entra Gilberto, e com sua entrada mostra porque não deveria ser convocado. Literalmente nem entrou em campo. A Holanda continua explorando o mesmo lado e numa jogada de Robben, onde Gilberto nem aparece na tela da TV, ocorre um escanteio. Batido no primeiro pau, cabeçada pra trás e lá esta Sneijder, sozinho, que cabeceia marcando o segundo gol. Quem o marcava? Felipe Melo!
O time de Dunga, que já estava nervoso, perde a cabeça e Felipe Melo, numa atitude típica de Felipe Melo, pisa em Robben e é corretamente expulso pelo arbitro. Deveria ter saído de camburão do estádio. Atitude criminosa, mostrando claramente o desequilibrado emocional que é. Isso, não é atleta de Seleção Brasileira! Isso é cria do Dunga!
Sem Felipe Melo e com Gilberto, o time do “capitão” passa a jogar com nove é é completamente dominado pela Holanda, não demonstrando nenhum poder de reação! Acabou esquema, controle emocional e os jogadores não conseguiam agir nem em jogadas individuais. Time completamente batido.
Nessa altura do jogo, precisando da reação, o “comandante” tira Luis Fabiano e coloca Nilmar em seu lugar. Tira um jogador que poderia em um lance individual empatar o jogo. A Holanda administrava o jogo, com calma, fria, e até teve pelo menos mais 3 chances claras de marcar e terminar o jogo com uma sonora tamancada.
O time do “professor” terminou o jogo apático, perdido, medíocre, um reflexo de seu treinador, que deu entrevista após o jogo, demonstrando estar completamente derrotado. Derrotado sim, mas sem abandonar a soberba, falando ainda com muita ironia e dizendo que fez tudo certo. Isso certamente aumentara a amargura e o antagonismo de Dunga às criticas que surgirão!
Se tinha recalque da Seleção de 82, sob o comando de Telê Santana, agora esse recalque aumentara, pois o seu time perdeu jogando feio, futebol de resultados mas sem resultado meritório algum. O seu time saiu derrotado da mesma forma que o de 2006, aquele que provocou a sua entrada em busca de mudanças. Mudou sim, para pior. Time mal selecionado, esquema retranqueiro, jogo de contra ataque, jogadores violentos, jogadores sem condição técnica, física e emocional de disputarem uma copa do mundo. Grupo sem reserva à altura de titulares que talvez nem fossem reservas de uma Seleção Brasileira!
Esse foi o “trabalho” de Dunga! A sua filosofia foi por terra, com a apresentação medíocre de seus comandados. E este grupo será castigado, poucos se salvarão. Foi a derrota da mediocridade, do ganhar a qualquer custo, do futebol pragmático sem encanto. Dunga está condenado a ser um novo Lazzaroni numa nova “era Dunga!”
Ser reconhecido para a posteridade como um time que joga com beleza, encanto, magia, isto não se empoe, se conquista!
Agora posso novamente soltar meu grito, minha língua solta, que esse time não conseguiu calar: - FORA DUNGA!!!!!!!
Ah, um recadinho pra Larissa. Vamo que vamo juntinho torcer pro Paraguai! Ja vou reservar minha passagem pra Assunção, até lá.
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