Tela do artista plástico moçambicano Antero Machado.

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

The Ross Sisters

Os grandes artistas americanos sempre me encantaram com a sua performance.

Eram artistas completos. Dançavam, cantavam e atuavam divinamente.

Artistas como Sammy Davis Jr, Fred Astaire, Ginger Rogers, Bing Crosby,  Gene Kelly e tantos outros, marcaram uma época que deixou lembranças.

Passeando pela Net, garimpei este vídeo de artistas que provavelmente passaram desapercebidos do publico brasileiro, mas tiveram seus grandes momentos em Hollywood e na Broadway

O vídeo nos mostra estas moças fantásticas que foram bastante famosas na sua época.

Elas reafirmam essa minha admiração por estes artistas que foram, e ainda são, extremamente diferenciados.

Este é um vídeo de 1944 que foi recuperado, digitalizado e colorido.

Nesta clássica coreografia do filme “Broadway Rhythm”, as "The Ross Sisters", Aggie, Maggie e Elmira, cantam e movimentam-se de uma forma que não parece ser humanamente possível.

Nos primeiros 45 segundos elas cantam divinamente, mas o que vem a seguir é impressionante.

Ah, e ainda são belissimas!

Vale a pena conferir.













sábado, 20 de novembro de 2010

Meu Bem, Meu Mal

Continuando com as musicas romanticas  que marcaram e marcam minha vida. 
Essa vai para essas "capetas" de mulheres que nos encantam, em pouco tempo nos viciam, nos fazem bem e tambem sentem o prazer de nos fazer mal.  Na mão destas deliciosas  "capetas", viramos gato e sapato. Uma homenagem a elas.




Meu bem, meu mal
(1981)
Música e letra: Caetano Veloso
Interpretação: Gal Costa

 
  Você é meu caminho,
Meu vinho, meu vício,
Desde o início estava você,
Meu bálsamo benigno,
Meu signo, meu guru,
Porto seguro,
Onde eu voltei,
Meu mar e minha mãe,
Meu medo e meu champagne,
Visão do espaço sideral,
Onde o que eu sou se afoga,
Meu fumo e minha yoga,
Você é minha droga,
Paixão e carnaval,
Meu zen, meu bem, meu mal....
Meu zen, meu bem, meu mal....
Meu zen, meu bem, meu mal....
Meu zen, meu bem, meu mal....

Você é meu caminho,
Meu vinho, meu vício,
Desde o início estava você,
Meu bálsamo benigno,
Meu signo, meu guru,
Porto seguro,
Onde eu voltei,
Meu mar e minha mãe,
Meu medo e meu champagne,
Visão do espaço sideral,
Onde o que eu sou se afoga,
Meu fumo e minha yoga,
Você é minha droga,
Paixão e carnaval,
Meu zen, meu bem, meu mal....
Meu zen, meu bem, meu mal....
Meu zen, meu bem, meu mal....
Meu zen, meu bem, meu mal....
Meu zen, meu bem, meu mal....




terça-feira, 5 de outubro de 2010

Rua Ramalhete

Essa musica, para mim é uma viagem no tempo, me faz lembrar de uma fase boa  minha juventude, as ruas, os bailes, os bilhetes, a escola, tudo que a letra diz ...
Aos dezoito anos estudava em uma escola bem próxima ao Colégio Sacrè Coeur de Marie  e o clube da esquina era o Olympico Clube, ambos na rua Estevão Pinto, no bairro da Serra. Os dois ainda existem aqui em Beagá. Muitos confundem o clube citado na letra com o "Clube da Esquina " do Milton, Lô, Marilton e outros mais. O clube deles não tinha clube, tinha só esquina onde a turma se reunia, pratica muito disseminada na época entre as  turmas de jovens  em Beagá. Cada bairro tinha sua turma, enormes. Isso infelizmente acabou!
O Tavito, autor da musica, à época morava algumas ruas  acima, nessa rua Ramalhete.
Era habito da molecada esperar a saída das meninas no final da tarde, todas ainda de saias plissadas, até pouco acima dos joelhos,  e meias três quartos. Colégio de Freiras, tradicional!
Naquela época, paquerava-se no olhar, nos bilhetes e se declarava dançando nos bailes dos clubes sociais.  As Horas Dançantes, aos sabados. 
Dançava-se de rostos colados, dois pra lá, dois pra cá.... 
Saia-se de mãos dadas trocando sussurros. Palavras aos pés do ouvido...
Um beijo roubado era uma gloria!!!!  Final dos anos sessenta....
Esta ingenuidade, esse romantismo perdeu-se no tempo...

Achei esta fantástica versão, um vocal à capela, daqueles que não existem mais...
Colocaram um video desconectado com a musica, mas com esse vocal, a gente nem chega a notar. 



Interpretes: Trio Esperança
Autores: Tavito e Ney Azambuja


Rua Ramalhete

Sem querer fui me lembrar
de uma rua e seus ramalhetes,
do amor anotado em bilhetes...
Daquelas tardes...

No muro do Sacre Coeur,
de uniforme e olhar de rapina,
nossos bailes no clube da esquina
Quanta saudade!

Muito prazer, vamos dançar
que eu vou falar no seu ouvido,
coisas que vão fazer você tremer
dentro do vestido...

Vamos deixar tudo rolar,
e o som dos Beatles na vitrola...
Será que algum dia eles vem aí,
cantar as canções que agente quer ouvir?

.

domingo, 3 de outubro de 2010

Sapato velho.

Hoje me peguei nostálgico, fiz o que a muito não fazia, ficar de papo pro ar olhando pro tempo, pensando na morte da bezerra, isto é, em nada.  
Nem mesmo quis ler um bom livro, habito de uma vida. 
Deitado na rede, à varanda, comecei a cantarolar uma musica, que uma amiga outro dia me fez lembrar...   Interessante como o tempo passa e a gente se esquece das coisas que à época nos pareciam inesquecíveis.
Lembrei-me de um tempo em que, essas musicas me levavam a lugares inimagináveis, me abriam portas, me apresentavam à vida.
O Rock sempre foi uma doideira, agito, sensações a flor da pele. Me lembro dele sempre assim.
Essas musicas que lembramos, nesse dia, são musicas da época em que musica tinha musicalidade, harmonia, letra...    E os cantores tinha voz.
E a gente dançava de corpos e rosto colados....   No maior chamego!
Lembrei-me também que em minha terra tem muita quermesse, e nessas quermesses sempre tem um autofalante tocando musicas, e de vez em quando o locutor, com aquela voz empostada das antigas FM, sempre dedicava uma musica a alguma pessoa a pedidos: 
- "Augusto Ceesrrrr dedica essa canção a Cleuza Mariaaaa, com os votos de que seu amor seja infinito enquanto duuure!"
Me deu vontade de fazer isso aqui nesse buteco!

Essa musica eu dedico a alguém, e esse alguém sabe a quem....

Interpretes: Roupa Nova
"Sapato Velho" - (Mú/Cláudio Nucci/Paulinho Tapajós)
 
Sapato velho

Você lembra, lembra,
daquele tempo, eu tinha
estrelas nos olhos
um jeito de herói.
Era mais forte e veloz
que qualquer mocinho de cowboy...

Você lembra, lembra,
eu costumava andar
bem mais de mil léguas,
prá poder buscar
flores-de-maio azuis
  e os seus cabelos enfeitar...

Água da fonte cansei de beber
prá não envelhecer,
como quisesse roubar da manhã
um lindo pôr-de-sol...
Hoje não colho mais as flores-de-maio,
nem sou mais veloz, como os heróis...

É! Talvez eu seja, simplesmente
como um sapato velho...
Mas, ainda sirvo se você quiser...
Basta você me calçar,
que eu aqueço o frio dos seus pés...

 

Musica e letra cedidas gentilmente por http://cult-space.blogspot.com/


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